ecg
Até 220vv o coração aguenta
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parcerías
Olha, vai, segue, agarra, aperta, funde.
Íman.
Amor à pele, ao olhos, à boca, ao
silêncio
que desperta convulsões, furacão do músculo bombeador, da acção de desligar o mundo e o mundo lá fora é bolha, é ar, é nada, tudo cá dentro [de nós] se aproveita da infíma parte do tempo que desligamos, é eu e tu, é um, é era e ser de novo no orgasmo das essências da emoção.
amo-te. Em minúsculas partículas que se soltam e fazem-se [VERBO]
AMO-TE
palavras,
hei-de precisar lembrar-me sempre delas, até mesmo horizontalmente esquecido, elas serão leito doce no fluido que [não]se esgota pingo a pingo.

Abraça-me, agarra a minha pele e aquece-te, amo-te, diz baixo, baixo por dentro de mim, profundamente atraído como o íman que se funde no positivo/negativo do sexo, dos olhos, dos lábios, na
carne
das palavras e na robustez do silêncio. Deixa lá fora o mundo, vamos ser.
ecg
ecg
rasto

Eu não estou louco. Ou talvez esteja. Multiplicações de ti penetram o meu ego, vejo-te em toda a parte, sigo o rasto das pegadas invisíveis que deixaste na minha alma.
És tu?
Vejo-te prismada no meu reflexo, nas minhas intenções, quanto mais força faço por te esquecer mais recordações me atacam, quentes [lembras o abraço, nosso, cruzado de mãos, o teu coração na minha boca, o meu aos teus pés], assombrações que me cobrem o rosto de véus e respiram sobre o meu peito o peso que ainda (te) sinto
Agora estás, agora partiste, agora ficaste
[em mim, a doer, a consumir homem]
A tua presença a impôr espaço e tempo muito para além do lugar ocupado, da sombra reflectida, do toque nos objectos, do abraço quente.
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